16 de jun. de 2012

Cuibanas nervosas em São Paulo



Quer saber do que uma passiva nervosa realmente é capaz, dá três dias de vida noturna pra ela em São Paulo, a terra da furnicação fácil. Que garanto a vocês que elas mostram por que seu fogo no edí é inacabável. Na semana da parada gay, São Paulo ferveu, na verdade entrou em ebulição, passivas largas e fogosas do Brasil inteiro migraram para a maior capital da América Latina em busca de sexo fácil e prazer carnal grátis. E as mais iludidas em busca do seu príncipe ativo encantado.  E uma cidade que foi bem representada nessa 16º do evento cor de rosa foi Cuiabá. Sim, as mais finas, e as que economizaram uma vida inteira para prestigiar o evento e satisfazer suas necessidades sexuais deram o melhor de si nesse fim de semana de festividades. Quem é casada ou namora sério em Cuiabá, que pousa de namorado exemplar fez valer a pena, por que pra quem é passiva convicta ter que fazer ativo na relação, São Paulo é o paraíso. E por falar em Paraíso, uma recém-formada em ADM se jogou no Jardim do Éden tanto que por lá deixou seu caríssimo Iphone4S é o preço que se paga por morder maçã. É queridinha s... Entra as lindas e bombadas da The Week existem algumas gatunas que entre um amasso e outro, são lisas para surrupiar suas balas e seus pertences, quem vive em São Paulo sabe que, o que algumas tem de belas, elas tem de ladras. Lamentavelmente cuiabana lesada, aqui é elsada, fica a lição para as futuras visitantes, saibam onde dar close.  E por falar em close, elas fizeram a festa mesmo foi na disputada 25 de março. Seus olhos até brilhavam em meio aquele mar de CKJ, Armani e Lacost falsificadas, elas se jogavam, e como boas pechincheiras gritavam com o vendedor por um desconto, foram compras e mais compras, roupas, perfumes, camisas, relógios e tudo mais que puderam levar, estão como o guarda-roupa pronto para dar close o resto do ano. Com suas grifes tão verdadeiras quanto à amizade que elas têm uma pela outra.  É isso, de verdadeira mesmo esse fim de semana teve apenas o circo dos horrores que essa parada foi, militância, lutar pelos direitos, luta contra a homofobia, isso deve ter ficado pela 10º edição da parada por que o que foi visto na Vieira de Carvalho não tem nada haver com a proposta da parada, nem eu, que sou a rainha da putaria tinha visto tanta vulgaridade em um único ambiente em tão pouco espaço de tempo.  Definitivamente, o que se vê na tv, não é realmente o que se vive nesse dia de movimentação gay.  Voltando para a atuação das gays de Cuiabá em São Paulo, elas gastaram, e muito na 25 de março, mas claro que separaram o dinheirinho da sauna,lógico vir a São Paulo e não por esse edí pra trabalhar,não é vir a São Paulo. Elas deram, sabe o que é entrar na sauna as 23h00minh e sair as 08h00minh da manhã, não?! Elas sabem, sendo que uma delas sentiu até febre dia seguinte gente. Viver dias em São Paulo é ir à esbornia. Como tudo que é bom acaba cedo, elas retornara as suas origens, a sua realidade. Teve promoter dando close de fina, mas se jogando em orgia. Teve malandra que viajou 12 horas de ônibus e deu close de que veio de TAM, teve outras que aproveitaram para provar novas experiências, das mais sádicas as mais impróprias para ser citada aqui. São Paulo está aqui para quem puder e quiser consumir suas doces ilusões. Minha ansiedade agora é um só, saber como será a tão esperada (Ou não) Queen.  A GLIVE veio e fez acontecer, empreendedor como Coxa saber ser, conquistou uma nova e boa parceria e pegou as passivas na melhor época, começo do mês. E o que a Queen pode esperar, já que sua data de acontecimento não coincide com a data em que as assalariadas estão “bunitas” é viver para ver o que essa festa vai dar. Estou na torcida, passivas, hora de por pra fora aquele aquezinho guardado, pedir um vale, roubar a própia mãe, e se jogar na Queen, ou ir para onde a noite é certa, a Zumzum que em seus últimos eventos tem provado que de sete anos de história, chegará fácil aos dez. Não pago pau pra ninguém, busco ser imparcial no quesito crítica, mas tenho que admitir, eu que frequento a noite gay paulistana posso afirmar, a Zumzum não está perdendo em nada para o grande circuito da cena gay. Façam suas escolhas, onde quer resolvam gastar essas economias me conte depois como foi.

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