30 de dez. de 2013

Fala mal mas paga pau

Entra ano e sai ano, o tempo passa, a vida muda, mas algumas pessoas não.
Longe de mim querer ser dona da verdade, senhora da razão, mas depois de muitos erros e acertos a vida nos ensina, mesmo que na base da porrada.
Cuiabá é uma cidade que vem se desenvolvendo em todos os aspectos: na politica, na infraestrutura, no turismo e terá uma grande ascensão depois de sediar alguns jogos da copa (Se isso realmente vier a acontecer).
Apesar dos pesares nesses quesitos os héteros são unidos, quando é para agregar valores sobre futebol e falar de mulher - falam em uma só voz. Porque é tão difícil para o segmento LGBT se unir por um proposito em comum? Porque é complicado somar forças, criar alianças e fazer valer a pena a existência de uma minoria que tem força e garra na hora de lutar pelos seus ideais.
É simples. Egoismo e ego sempre falam mais alto, o anseio de ser o destaque, de está em evidencia, de ter pra si as atenções. Nada mais me faz entender o que leva um estabelecimento vetar a apresentação de artistas locais em outas casa, quem mora em Cuiabá sabe o quanto a cidade é carente de opções para o público LGBT.


Temos uma casa que se mantem firme e forte a quase dez anos.

Coxa que uma vez ou outra nos trás noites incríveis na sua fênix GLive, e ainda uma casa de espaço aberto que já fui algumas vezes e já fiz bons comentários. Pois o ambiente é aberto, bebida gelada, público agradável (nem sempre bonito,mas educado) espaço perfeito para reunir os amigos e ter noites agradáveis.
Todos sabemos que quando se trata de entretenimento noturno, ganha o público que proporciona o melhor ambiente, a melhor festa, contrata artista mais badalado,até ai uma concorrência leal e justa.
A TPM nasceu na Zumzum já a algum tempo,proporcionou as meninas mostrarem seu talento, sua voz e profissionalismo,é injusto tirar delas e oportunidade dada. Nessa briga não consigo ver quem tem a ganhar,elas perdem espaço,cachê, visibilidade e oportunidade. O público perde o livre arbítrio de escolher, a casa perde, o segmento perde a noite perde. Mas o mais decepcionante mesmo é ver promoters comprando uma briga quem nem é sua (onde acho que nem existe briga,apenas uma picuinha ) postando comentários maldosos, maliciosos.
Vi vários noite passada, todos com algo em comum, finalizado com "Falam mal mais pagam pau" o que seria do meio artístico que não fossem as críticas? Falar mal pode ser positivo quando é construtivo,a massa que frequenta a Zumzum sempre "Falava mal" do calor na Zumzum a administração instalou o ar condicionado.
O mesmo público "Falava mal" uma casa noturna que ainda não tem wi fi não merece minha presença. Lá está internet livre para quem frequenta a casa. Triste vê que promoters que já participaram de festas, tem acesso free na boate ontem usaram suas redes sociais para falar mal da postura da casa sobre o veto das cantoras.
No meio de tudo o que a gente conclui é: quem está de promoter num lugar hoje e fala mal do anterior está cuspindo no prato que comeu porque enquanto trabalhava no ambiente A tinha bebidas de graça, convites de graça para amigos e peguetes e fora outras coisas que é melhor abafar para não ter repreensão de "dealers".
O certo é que os mesmos que amavam ter o STATUS de promoter de lugar A e agora está no lugar B serão os mesmos que irão para o lugar C, D, E, F... conforme forem aparacendo - afinal os 15 minutos de fama passam.
Caráter, competência e profissionalismo não!

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